O Filósofo da Roda
How to Win Big on Lucky Rabbit: A Game Designer’s Guide to Smart Play & Fun
A sorte não é acaso — é um espetáculo coreografado por coelhos filósofos com cartões de crédito e sonhos de RTP 97%. Se você ganhou? Parabéns. Se não ganhou? Também parabéns — o coelho da lua dançou pra ti. Free spins? Sim. Jackpot? Talvez amanhã. Mas o verdadeiro prêmio? A calma depois do jogo. E agora… quem disse que isso era só azar? O coelho riu.
E você? Já tentou jogar sem gastar tudo?
How I Use Behavioral Economics to Design Fun & Fair Games Like '招财兔' – A London Game Designer’s Take
O coelho não é só fofo — é um gênio da psicologia com crise de probabilidade! Quem diria que 88% de vitória seria mais viciante que 12% de perda? Mas o burro sabe: nós não jogamos com dinheiro… jogamos com alma. E se o jogo for justo? Então o coelho dança… e você paga £5 por rodada até entender que a sorte é arte. E sim — isso não é manipulação. É Lucky Rabbit Night. 🐰✨
How I Turned Rabbit Folklore into a Winning Game Design—My NYC Psyche Behind the Luck
Quem diria que um coelho faria algoritmos em vez de cenouras? Na Nova Iorque, eles apostam na sorte… mas aqui no Porto é terapia com código! O coelho dança sob nuvens cósmicas enquanto o teclado clica: ‘90% transparência’ e nenhum hack. Meu avô dizia: ‘Não ganha dinheiro — ganha silêncio.’ E você? Já tentou sair após 10 derrotas… e voltar por causa de um pacote de bem-vindas? Comenta abaixo: qual é seu jogo agora? 🐇✨
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Quando o coelho dourado aperta a alavanca… cling! E o cérebro solta uma risada de dopamina! Mas calma — não foi sorte, foi matemática malvada: 96% de RTP? Ah, é só o que eles não contam! O jackpot vem quando você menos espera… e o envelope vermelho te engana com um sorriso falso. Já viu um coelho com cara de avô? 😅 Quem quer apostar agora?
I Lost $50… But I Felt Like a Millionaire: 3 Reasons Why Winning Isn’t the Point in Golden Rabbit Spin
Perdeu 50€? Pois é! Mas o coelho dourado dançou e eu ri — não por ganhar, mas por pausar. Ninguém fala disso… mas o silêncio tem mais valor que os giros. Esperei até a meia-noite com um goleto de chá e vi o luar brilhar como um ritual. Jogar? Não. Viver? Sim. E agora sei: o verdadeiro prêmio é não fazer nada… e ainda assim sorrir.
Presentación personal
Sou o Filósofo da Roda — um sonhador que vê sorte como arte e prêmios como metáforas da alma. Nascido em Lisboa, cresci com a certeza de que o acaso pode ser belo se bem desenhado. Crio jogos que não só premiam, mas fazem as pessoas sentirem-se vivas — porque toda rotação esconde uma história esperando por você.





